EVANGÉLICOS UNIDOS EM CRISTO
domingo, 26 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
sábado, 29 de outubro de 2011
COMÉRCIO MACABRO
ndústria farmacêutica chinesa produz anti-histamínicos com pó de bebês abortados
Segundo artigo do jornal americano International Business Times (5/8/2011), um documentário da TV sul coreana, SBS, revelou como funciona o sinistro comércio da indústria farmacêutica, na China comunista, para vender bebês abortados, reduzidos a pó, como anti-histamínicos.
Os açougues de crianças - hospitais e clínicas de aborto - informam, à empresa interessada na compra, quando ocorre um aborto. O feto é guardado pela compradora em um freezer de alguma família para não levantar suspeita. Depois, o próximo passo é triturar os bebês assassinados até transformá-los em pó que é encapsulado e vendido como remédio contra alergias.
Os repórteres da SBS compraram algumas dessas cápsulas para fazer testes de DNA. Os resultados demonstraram que o material genético era 99,7% humano e restos de cabelo e unhas ainda podiam ser encontrados. Inclusive o sexo do bebê podia ser identificado.
O documentário foi ao ar na TV SBS em 6 de agosto de 2011 e revelou ainda a existência de uma rede de negócios estabelecida entre a China e Coréia do Sul para atender a demanda do produto no mercado farmacêutico sul-coreano.
Além dos tais comprimidos, afirma a reportagem de International Business Times que o aparelho de microondas hospitalar utilizado para transformar o bebê em pó é um outro negócio popular na China.
Diante de tal monstruosidade nos defrontamos com outra: será que esse macabro comércio farmacêutico se limita apenas na produção de anti-histamínicos e, ainda mais, quem pode nos garantir que esse mesmo comércio se circunscreve somente as fronteiras chino-sul coreanas?
Segundo artigo do jornal americano International Business Times (5/8/2011), um documentário da TV sul coreana, SBS, revelou como funciona o sinistro comércio da indústria farmacêutica, na China comunista, para vender bebês abortados, reduzidos a pó, como anti-histamínicos.
Os açougues de crianças - hospitais e clínicas de aborto - informam, à empresa interessada na compra, quando ocorre um aborto. O feto é guardado pela compradora em um freezer de alguma família para não levantar suspeita. Depois, o próximo passo é triturar os bebês assassinados até transformá-los em pó que é encapsulado e vendido como remédio contra alergias.
Os repórteres da SBS compraram algumas dessas cápsulas para fazer testes de DNA. Os resultados demonstraram que o material genético era 99,7% humano e restos de cabelo e unhas ainda podiam ser encontrados. Inclusive o sexo do bebê podia ser identificado.
O documentário foi ao ar na TV SBS em 6 de agosto de 2011 e revelou ainda a existência de uma rede de negócios estabelecida entre a China e Coréia do Sul para atender a demanda do produto no mercado farmacêutico sul-coreano.
Além dos tais comprimidos, afirma a reportagem de International Business Times que o aparelho de microondas hospitalar utilizado para transformar o bebê em pó é um outro negócio popular na China.
Diante de tal monstruosidade nos defrontamos com outra: será que esse macabro comércio farmacêutico se limita apenas na produção de anti-histamínicos e, ainda mais, quem pode nos garantir que esse mesmo comércio se circunscreve somente as fronteiras chino-sul coreanas?
GLOBO E EVANGÉLICOS,SE NÃO PODE VENCE-LOS....................
Em julho deste ano a Rede Globo exibiu uma cena da novela Insensato Coração, então em cartaz no horário das nove, na qual um personagem homossexual dizia a uma interlocutora que sofria preconceito dos seus próprios pais por causa da influência de um pastor.
“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”, disse um indignado Xicão a uma perplexa Dona Sueli.
Em nenhum momento da cena se usou a palavra “evangélico”, mas por certo o pastor em questão não era um pastor, digamos, anglicano. Seja por conspiração, seja por inspiração, o fato é que o autor do folhetim levou para a ficção a briga do patrão.
Como é do conhecimento de (quase) todos, a Rede Globo há tempos vive em pé de guerra com o bispo Edir Macedo, ou melhor, com a Igreja Universal do Reino de Deus, ou melhor, com a Rede Record, desde que a chamada “mídia evangélica” começou a arrebanhar parcelas significativas da audiência e, logo, do mercado publicitário.
Imperativos celestiais, ou melhor, comerciais
A polêmica cena de Insensato Coração foi apenas mais um entre tantos ataques da Rede Globo aos evangélicos, assim, na forma generalizada, pelo menos é desta maneira que boa parte deles, os evangélicos, que caminham para ser 50% da população brasileira na próxima década, vêm entendendo a ofensiva anti-Record da Globo.
À Globo, que não é boba, não interessa que amanhã ou depois seja deflagrada uma verdadeira “guerra santa” contra a besta do Jardim Botânico. Soma-se a isso imperativos comerciais e já se nota uma gradual mudança de estratégia da vênus platinada no trato com o mundo evangélico, sobretudo nos programas mais popularescos da casa.
Vide o fato de que o palco do Domingão do Faustão, onde até poucos meses atrás não pisava pregador-cantor que não fosse católico, agora recebe com espantosa frequência nomes famosos do louvor gospel, como Aline Barros, Fernanda Brum e Ana Paula Valadão — por sinal, todas artistas da Som Livre, gravadora da Globo que tomou a dianteira do único segmento que cresce em vendas no mercado fonográfico brasileiro, movimentando R$ 1,5 bilhão por ano.
‘Louvorzão’ no fim de ano da Globo
Mas surpreendente mesmo foi o anúncio de que a empresa de eventos das Organizações Globo, a Geo Eventos, está organizando um megafestival de música evangélica para 200 mil pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em dezembro, e que a Globo vai filmar tudo e exibir o ‘louvorzão’ como especial de fim de ano.
E para quem acha mesmo que a cena polêmica de Insensato Coração se inscreve no auto-incensado esforço da emissora para colocar suas telenovelas supostamente a serviço da luta contra os preconceitos, vale uma olhada no perfil do pastor Silas Malafaia que a jornalista Daniela Ribeiro fez para a edição de setembro da revista Piauí.
Está lá a informação de que o pastor-midiático, que se apresenta como “combatedor das práticas” homossexuais e se ocupa atualmente em uma cruzada anti-casamento gay, mantém contato com a Globo desde o fim do ano passado, quando foi chamado para uma conversa com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que, segundo consta, queria “conhecer melhor o mundo dos evangélicos” e dizer ao novo amigo que Edir Macedo não era “a voz dos protestantes do Brasil”
“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”, disse um indignado Xicão a uma perplexa Dona Sueli.
Em nenhum momento da cena se usou a palavra “evangélico”, mas por certo o pastor em questão não era um pastor, digamos, anglicano. Seja por conspiração, seja por inspiração, o fato é que o autor do folhetim levou para a ficção a briga do patrão.
Como é do conhecimento de (quase) todos, a Rede Globo há tempos vive em pé de guerra com o bispo Edir Macedo, ou melhor, com a Igreja Universal do Reino de Deus, ou melhor, com a Rede Record, desde que a chamada “mídia evangélica” começou a arrebanhar parcelas significativas da audiência e, logo, do mercado publicitário.
Imperativos celestiais, ou melhor, comerciais
A polêmica cena de Insensato Coração foi apenas mais um entre tantos ataques da Rede Globo aos evangélicos, assim, na forma generalizada, pelo menos é desta maneira que boa parte deles, os evangélicos, que caminham para ser 50% da população brasileira na próxima década, vêm entendendo a ofensiva anti-Record da Globo.
À Globo, que não é boba, não interessa que amanhã ou depois seja deflagrada uma verdadeira “guerra santa” contra a besta do Jardim Botânico. Soma-se a isso imperativos comerciais e já se nota uma gradual mudança de estratégia da vênus platinada no trato com o mundo evangélico, sobretudo nos programas mais popularescos da casa.
Vide o fato de que o palco do Domingão do Faustão, onde até poucos meses atrás não pisava pregador-cantor que não fosse católico, agora recebe com espantosa frequência nomes famosos do louvor gospel, como Aline Barros, Fernanda Brum e Ana Paula Valadão — por sinal, todas artistas da Som Livre, gravadora da Globo que tomou a dianteira do único segmento que cresce em vendas no mercado fonográfico brasileiro, movimentando R$ 1,5 bilhão por ano.
‘Louvorzão’ no fim de ano da Globo
Mas surpreendente mesmo foi o anúncio de que a empresa de eventos das Organizações Globo, a Geo Eventos, está organizando um megafestival de música evangélica para 200 mil pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em dezembro, e que a Globo vai filmar tudo e exibir o ‘louvorzão’ como especial de fim de ano.
E para quem acha mesmo que a cena polêmica de Insensato Coração se inscreve no auto-incensado esforço da emissora para colocar suas telenovelas supostamente a serviço da luta contra os preconceitos, vale uma olhada no perfil do pastor Silas Malafaia que a jornalista Daniela Ribeiro fez para a edição de setembro da revista Piauí.
Está lá a informação de que o pastor-midiático, que se apresenta como “combatedor das práticas” homossexuais e se ocupa atualmente em uma cruzada anti-casamento gay, mantém contato com a Globo desde o fim do ano passado, quando foi chamado para uma conversa com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que, segundo consta, queria “conhecer melhor o mundo dos evangélicos” e dizer ao novo amigo que Edir Macedo não era “a voz dos protestantes do Brasil”
segunda-feira, 25 de julho de 2011
EVANGELIZAÇÃO TRANSCULTURAL É NECESSÁRIO
no dia 18 de de agosto estaremos indo para a bolivia onde esteremos evagelizando os povos menos favorecidos,precisamos de ajuda finaceira e de orações e contamos com sua contrubuição,quer seja de joelhos ou com recursos finaceiros pois não estaremos apenas tendo despesas com viagem mas vamos levar víveres para socorrer aos necessitado daquele lugar você poderá fazer um depósito na conta BRADESCO Ag.2043 CP 16704-5 Gracyas e que dios los Bendigas
QUAL DESTAS É SUA CRUZ ?
Jesus nos ensina o caminho para o Reino: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me” Lc 9:23. Seguir a Cristo nesta terra nos credencia a segui-lo para além desta terra, na eternidade.
A cruz de Cristo é feita apenas com dois pedaços de madeira rústicos. Não é de madeira nobre, como mogno ou imbuia, e muito menos tem entalhes ornamentais ou tem suas rebarbas retiradas ou foi lixada para ser suave ao toque.
Na verdade, tocar na cruz de Cristo é uma experiência estranha e que não tem prazer no ato em si. Carregá-la então, para a mente humana não regenerada pelo amor de Cristo é carregar um peso morto, algo que beira o masoquismo.
Agora, para os filhos de Deus, remidos pelo sangue de Cristo que foi derramado exatamente nesta cruz áspera, escandalosa e sem beleza alguma, deveria trazer gozo e alegria tomar a cruz que nos é proposta, não pela cruz em si, mas pelo servir a Cristo, pelo seguir sua instrução e pela compreensão espiritual da cruz como o caminho para o Reino.
É triste percebermos que há muitas outras cruzes no arraial cristão e que, tal como um celular Xing ling quer imitar um iPhone, estas falsas cruzes tentam imitar a cruz que Cristo nos propõe.
E há cruzes para todos os gostos, tipos e bolsos.
Uma é diminuída em seu tamanho, para ser mais leve e fácil de carregar. Esta cruz mutila a Bíblia, eliminando dela todo o compromisso que a vida cristã querer.
Outra é aumentada para parecer mais pesada do que realmente é tendo em vista que o que carrega tal cruz julga-se merecedor da salvação por carregar mais peso que os outros e, pior ainda, condena os que não têm uma cruz tão grande nas costas. Não é difícil de reconhecer o carregador deste tipo de cruz, pois está sempre fazendo sacrifícios tolos para buscar aprovação em Deus para seu coração endurecido. Busca trilhar o caminho maldito da auto-salvação e, em algum ponto da estrada esbarra no muro da frustração.
Há ainda a cruz que só tem aparência: tem cor de madeira, tem cheiro de madeira, parece rústica e tem até sangue escorrendo por ela. Parece cruz, mas é falsa, é cinematográfica, é fake, cruz de isopor que tenta enganar os homens, mas não é capaz de enganar a Deus. Qualquer vento de doutrina vai quebrá-la e espalhar seus pedaços, revelando seu interior.
Creio não conseguir enumerar todos os tipos de pseudocruzes no meio cristão, mas não posso deixar de citar a cruz da aceitação. Este tipo de cruz é lixada e antes teve todas as rebarbas removidas, sendo bem suave ao toque. Geralmente é envernizada ou pintada com alguma cor da moda. Esta cruz precisa ser assim para que quem a carrega seja aceito em seu meio, seja na escola, no trabalho, com amigos ou família. Em seu interior até tem a mesma qualidade de madeira da cruz de Cristo, mas recebeu muitos retoques e embelezamento externo para facilitar sua aceitação. Quem carrega tal cruz retira as rebarbas da condenação do pecado para que possa continuar com sua vida da mesma forma de outrora, mas com uma aparência gospel, lixa-a para aliviar a aspereza do negar-se a si mesmo e a pinta ou enverniza para dar uma aparência agradável para que outros até topem carregar uma cruz bonitinha assim, imaginando com isto cumprir o verdadeiro IDE.
A cruz de Cristo é uma experiência radical, que nos muda radicalmente. Só a verdadeira cruz tem o poder de nos conduzir à essência da Verdade, que é Cristo Jesus.
Se nos dedicarmos a qualquer outra cruz que não a autêntica corremos o risco de, em vez de sermos salvos pelo sacrifício de Jesus na cruz, sermos nós mesmos crucificados nesta cruz fajuta, que nada tem a ver com a cruz de Cristo.
A cruz de Cristo é feita apenas com dois pedaços de madeira rústicos. Não é de madeira nobre, como mogno ou imbuia, e muito menos tem entalhes ornamentais ou tem suas rebarbas retiradas ou foi lixada para ser suave ao toque.
Na verdade, tocar na cruz de Cristo é uma experiência estranha e que não tem prazer no ato em si. Carregá-la então, para a mente humana não regenerada pelo amor de Cristo é carregar um peso morto, algo que beira o masoquismo.
Agora, para os filhos de Deus, remidos pelo sangue de Cristo que foi derramado exatamente nesta cruz áspera, escandalosa e sem beleza alguma, deveria trazer gozo e alegria tomar a cruz que nos é proposta, não pela cruz em si, mas pelo servir a Cristo, pelo seguir sua instrução e pela compreensão espiritual da cruz como o caminho para o Reino.
É triste percebermos que há muitas outras cruzes no arraial cristão e que, tal como um celular Xing ling quer imitar um iPhone, estas falsas cruzes tentam imitar a cruz que Cristo nos propõe.
E há cruzes para todos os gostos, tipos e bolsos.
Uma é diminuída em seu tamanho, para ser mais leve e fácil de carregar. Esta cruz mutila a Bíblia, eliminando dela todo o compromisso que a vida cristã querer.
Outra é aumentada para parecer mais pesada do que realmente é tendo em vista que o que carrega tal cruz julga-se merecedor da salvação por carregar mais peso que os outros e, pior ainda, condena os que não têm uma cruz tão grande nas costas. Não é difícil de reconhecer o carregador deste tipo de cruz, pois está sempre fazendo sacrifícios tolos para buscar aprovação em Deus para seu coração endurecido. Busca trilhar o caminho maldito da auto-salvação e, em algum ponto da estrada esbarra no muro da frustração.
Há ainda a cruz que só tem aparência: tem cor de madeira, tem cheiro de madeira, parece rústica e tem até sangue escorrendo por ela. Parece cruz, mas é falsa, é cinematográfica, é fake, cruz de isopor que tenta enganar os homens, mas não é capaz de enganar a Deus. Qualquer vento de doutrina vai quebrá-la e espalhar seus pedaços, revelando seu interior.
Creio não conseguir enumerar todos os tipos de pseudocruzes no meio cristão, mas não posso deixar de citar a cruz da aceitação. Este tipo de cruz é lixada e antes teve todas as rebarbas removidas, sendo bem suave ao toque. Geralmente é envernizada ou pintada com alguma cor da moda. Esta cruz precisa ser assim para que quem a carrega seja aceito em seu meio, seja na escola, no trabalho, com amigos ou família. Em seu interior até tem a mesma qualidade de madeira da cruz de Cristo, mas recebeu muitos retoques e embelezamento externo para facilitar sua aceitação. Quem carrega tal cruz retira as rebarbas da condenação do pecado para que possa continuar com sua vida da mesma forma de outrora, mas com uma aparência gospel, lixa-a para aliviar a aspereza do negar-se a si mesmo e a pinta ou enverniza para dar uma aparência agradável para que outros até topem carregar uma cruz bonitinha assim, imaginando com isto cumprir o verdadeiro IDE.
A cruz de Cristo é uma experiência radical, que nos muda radicalmente. Só a verdadeira cruz tem o poder de nos conduzir à essência da Verdade, que é Cristo Jesus.
Se nos dedicarmos a qualquer outra cruz que não a autêntica corremos o risco de, em vez de sermos salvos pelo sacrifício de Jesus na cruz, sermos nós mesmos crucificados nesta cruz fajuta, que nada tem a ver com a cruz de Cristo.
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