ndústria farmacêutica chinesa produz anti-histamínicos com pó de bebês abortados
Segundo artigo do jornal americano International Business Times (5/8/2011), um documentário da TV sul coreana, SBS, revelou como funciona o sinistro comércio da indústria farmacêutica, na China comunista, para vender bebês abortados, reduzidos a pó, como anti-histamínicos.
Os açougues de crianças - hospitais e clínicas de aborto - informam, à empresa interessada na compra, quando ocorre um aborto. O feto é guardado pela compradora em um freezer de alguma família para não levantar suspeita. Depois, o próximo passo é triturar os bebês assassinados até transformá-los em pó que é encapsulado e vendido como remédio contra alergias.
Os repórteres da SBS compraram algumas dessas cápsulas para fazer testes de DNA. Os resultados demonstraram que o material genético era 99,7% humano e restos de cabelo e unhas ainda podiam ser encontrados. Inclusive o sexo do bebê podia ser identificado.
O documentário foi ao ar na TV SBS em 6 de agosto de 2011 e revelou ainda a existência de uma rede de negócios estabelecida entre a China e Coréia do Sul para atender a demanda do produto no mercado farmacêutico sul-coreano.
Além dos tais comprimidos, afirma a reportagem de International Business Times que o aparelho de microondas hospitalar utilizado para transformar o bebê em pó é um outro negócio popular na China.
Diante de tal monstruosidade nos defrontamos com outra: será que esse macabro comércio farmacêutico se limita apenas na produção de anti-histamínicos e, ainda mais, quem pode nos garantir que esse mesmo comércio se circunscreve somente as fronteiras chino-sul coreanas?
sábado, 29 de outubro de 2011
GLOBO E EVANGÉLICOS,SE NÃO PODE VENCE-LOS....................
Em julho deste ano a Rede Globo exibiu uma cena da novela Insensato Coração, então em cartaz no horário das nove, na qual um personagem homossexual dizia a uma interlocutora que sofria preconceito dos seus próprios pais por causa da influência de um pastor.
“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”, disse um indignado Xicão a uma perplexa Dona Sueli.
Em nenhum momento da cena se usou a palavra “evangélico”, mas por certo o pastor em questão não era um pastor, digamos, anglicano. Seja por conspiração, seja por inspiração, o fato é que o autor do folhetim levou para a ficção a briga do patrão.
Como é do conhecimento de (quase) todos, a Rede Globo há tempos vive em pé de guerra com o bispo Edir Macedo, ou melhor, com a Igreja Universal do Reino de Deus, ou melhor, com a Rede Record, desde que a chamada “mídia evangélica” começou a arrebanhar parcelas significativas da audiência e, logo, do mercado publicitário.
Imperativos celestiais, ou melhor, comerciais
A polêmica cena de Insensato Coração foi apenas mais um entre tantos ataques da Rede Globo aos evangélicos, assim, na forma generalizada, pelo menos é desta maneira que boa parte deles, os evangélicos, que caminham para ser 50% da população brasileira na próxima década, vêm entendendo a ofensiva anti-Record da Globo.
À Globo, que não é boba, não interessa que amanhã ou depois seja deflagrada uma verdadeira “guerra santa” contra a besta do Jardim Botânico. Soma-se a isso imperativos comerciais e já se nota uma gradual mudança de estratégia da vênus platinada no trato com o mundo evangélico, sobretudo nos programas mais popularescos da casa.
Vide o fato de que o palco do Domingão do Faustão, onde até poucos meses atrás não pisava pregador-cantor que não fosse católico, agora recebe com espantosa frequência nomes famosos do louvor gospel, como Aline Barros, Fernanda Brum e Ana Paula Valadão — por sinal, todas artistas da Som Livre, gravadora da Globo que tomou a dianteira do único segmento que cresce em vendas no mercado fonográfico brasileiro, movimentando R$ 1,5 bilhão por ano.
‘Louvorzão’ no fim de ano da Globo
Mas surpreendente mesmo foi o anúncio de que a empresa de eventos das Organizações Globo, a Geo Eventos, está organizando um megafestival de música evangélica para 200 mil pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em dezembro, e que a Globo vai filmar tudo e exibir o ‘louvorzão’ como especial de fim de ano.
E para quem acha mesmo que a cena polêmica de Insensato Coração se inscreve no auto-incensado esforço da emissora para colocar suas telenovelas supostamente a serviço da luta contra os preconceitos, vale uma olhada no perfil do pastor Silas Malafaia que a jornalista Daniela Ribeiro fez para a edição de setembro da revista Piauí.
Está lá a informação de que o pastor-midiático, que se apresenta como “combatedor das práticas” homossexuais e se ocupa atualmente em uma cruzada anti-casamento gay, mantém contato com a Globo desde o fim do ano passado, quando foi chamado para uma conversa com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que, segundo consta, queria “conhecer melhor o mundo dos evangélicos” e dizer ao novo amigo que Edir Macedo não era “a voz dos protestantes do Brasil”
“A minha mãe só fala comigo para me dar sermão, o meu pai nunca passou do bom dia e cascudo. Os dois vão na conversa do pastor da igreja deles e me tratam como se eu fosse o fim do mundo”, disse um indignado Xicão a uma perplexa Dona Sueli.
Em nenhum momento da cena se usou a palavra “evangélico”, mas por certo o pastor em questão não era um pastor, digamos, anglicano. Seja por conspiração, seja por inspiração, o fato é que o autor do folhetim levou para a ficção a briga do patrão.
Como é do conhecimento de (quase) todos, a Rede Globo há tempos vive em pé de guerra com o bispo Edir Macedo, ou melhor, com a Igreja Universal do Reino de Deus, ou melhor, com a Rede Record, desde que a chamada “mídia evangélica” começou a arrebanhar parcelas significativas da audiência e, logo, do mercado publicitário.
Imperativos celestiais, ou melhor, comerciais
A polêmica cena de Insensato Coração foi apenas mais um entre tantos ataques da Rede Globo aos evangélicos, assim, na forma generalizada, pelo menos é desta maneira que boa parte deles, os evangélicos, que caminham para ser 50% da população brasileira na próxima década, vêm entendendo a ofensiva anti-Record da Globo.
À Globo, que não é boba, não interessa que amanhã ou depois seja deflagrada uma verdadeira “guerra santa” contra a besta do Jardim Botânico. Soma-se a isso imperativos comerciais e já se nota uma gradual mudança de estratégia da vênus platinada no trato com o mundo evangélico, sobretudo nos programas mais popularescos da casa.
Vide o fato de que o palco do Domingão do Faustão, onde até poucos meses atrás não pisava pregador-cantor que não fosse católico, agora recebe com espantosa frequência nomes famosos do louvor gospel, como Aline Barros, Fernanda Brum e Ana Paula Valadão — por sinal, todas artistas da Som Livre, gravadora da Globo que tomou a dianteira do único segmento que cresce em vendas no mercado fonográfico brasileiro, movimentando R$ 1,5 bilhão por ano.
‘Louvorzão’ no fim de ano da Globo
Mas surpreendente mesmo foi o anúncio de que a empresa de eventos das Organizações Globo, a Geo Eventos, está organizando um megafestival de música evangélica para 200 mil pessoas no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, em dezembro, e que a Globo vai filmar tudo e exibir o ‘louvorzão’ como especial de fim de ano.
E para quem acha mesmo que a cena polêmica de Insensato Coração se inscreve no auto-incensado esforço da emissora para colocar suas telenovelas supostamente a serviço da luta contra os preconceitos, vale uma olhada no perfil do pastor Silas Malafaia que a jornalista Daniela Ribeiro fez para a edição de setembro da revista Piauí.
Está lá a informação de que o pastor-midiático, que se apresenta como “combatedor das práticas” homossexuais e se ocupa atualmente em uma cruzada anti-casamento gay, mantém contato com a Globo desde o fim do ano passado, quando foi chamado para uma conversa com o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho, que, segundo consta, queria “conhecer melhor o mundo dos evangélicos” e dizer ao novo amigo que Edir Macedo não era “a voz dos protestantes do Brasil”
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